RELACIONAMENTOS FAMILIARES
Se o egoísmo é a chaga da sociedade, a família é a base, porque é na família que encontramos o treinamento e o exercício do Amor. Trata-se do aprimoramento da capacidade afetiva.
Na Questão 775 de "O livro dos Espíritos", Kardec pergunta aos Espíritos:
"Qual seria, para a sociedade, o resultado do relaxamento dos laços de família?
Resposta:
Uma recrudescência do egoísmo".
Joanna De Angelis em sua Obra "Constelação Familiar, Introd.", nos diz que:
"O Ser humano é estruturalmente constituído para viver em família, à fim de desenvolver os sublimes conteúdos psíquicos que lhe jazem adormecidos, aguardando os estímulos da convivência no lar, para libera-los e sublimar-se."
Quando falta a base, a estrutura familiar, as consequências são muito ruins não só para o indivíduo, mas para toda a sociedade.
Então nós precisamos da base famíliar para o próprio desenvolvimento psíquico.
Notamos a importância disso analisando a natureza, desde as plantas evoluindo aos animais, vemos que os animais se protegem uns aos outros, cuidando de suas crias, andando de bando.
No relacionamento familiar saudável é que o indivíduo cresce, evolue e se aprimora, através do desenvolvimento de valores, como o respeito e a empatia. Assim deveria ser sempre.
Sobre isso nos fala Joanna De Angelis na Obra Psicologia da Gratidão, Cap. 3:
" Perante a condição imposta pelas leis da vida, quase sempre não se possui a família que muito se gostaria de estar nela incluído, aquela constituída por pessoas afáveis e generosas, mas o renascimento dá-se ao lado dos Espíritos que se necessitam uns aos outros para o mister da evolução."
Olha, nós reencarnamos na família que precisamos para nossa evolução.
No mais das vezes, as dificuldades e inimizades dentro de uma família foram causadas em existências passadas e precisam ser corrigidas.
É preciso olhar nossa família com esse olhar mais profundo, para então entendermos que não estamos com determinadas pessoas por acaso.
Dessa forma torna-se mais fácil compreender, que as diferenças e dificuldades que essas relações apresentam, ocorrem para serem superadas em favor da evolução de cada membro da família.
É claro que muitas vezes uma educação problemática, que teve por base a violência, abusos e desrespeito, gera pessoas adultas doentes psíquica e emocionalmente, necessitando de tratamentos e terapias muitas vezes de grande curso para tentar sanar os desequilíbrios.
Mas ainda assim, devemos ser gratos pela nossa família , ainda que tenhamos algumas diferenças e dificuldades, porque é nossa chance de retificação de erros passados.
Porque de toda forma, Todos temos necessidade da vinculação familiar, dessa segurança que a base familiar nos traz.
Temos todos essa necessidade de pertencimento.
É na família que todo Ser aprende as primeiras noções sobre o dar e receber.
É na família que o Ser aprende a sair do egocentrismo para aprender a dar, a compreender e a amar.
Se a sociedade hoje está doente por falta de valores justos e nobres, isso é resultado de familias que ainda não souberam desenvolver valores nobres e justos em sua base.
O conflito na fase adulta é no mais das vezes, resultado de uma educação ruim.
Se aos pais Deus concede a responsabilidade sobre os seus filhos, é para que cumpram a sua missão, que é a de transformá-los em indivíduos de bem e saudáveis psíquica e emocionalmente.
Joanna de Angelis nos fala em "O Despertar do Espírito, Cap. 7":
"A família é o laboratório de vivências das mais expressivas de que necessita o Ser Humano, no seu processo de evolução, porquanto, no mesmo clã, os indivíduos são conhecidos, não podendo disfarçar os valores que os tipificam."
Ninguém consegue manter a máscara o tempo todo dentro do lar.
Isso é importante para o conhecimento da própria sombra, uma vez que somos seres em construção. Pode parecer estranho, mas
Porque os pais influenciarão os filhos pelos exemplos muito mais do que pela fala.
Se os pais não cuidam de terem equilíbrio emocional, moral e ética, jamais irão conseguir educar bem de seus filhos.
A neurose dos pais são projetadas para seus filhos impreterivelmente.
Sobre isso Carl Jung fala em " O desenvolvimento da Personalidade, p.38":
"...a responsabilidade dos pais se estende até onde eles têm o poder de ordenar a própria vida, de tal maneira que ela não represente nenhum dano para os filhos...Por isso deverão os pais estar sempre conscientes de que eles próprios, em determinados casos, constituem a fonte primária e principal para as neuroses de seus filhos."
Filhos criados em ambiente conflituoso e violento serão adultos conflituados e violentos , muito provavelmente.
Então somos responsáveis por tudo aquilo que causamos não só para nossa vida, como por tudo aquilo que transmitimos à todas as pessoas, principalmente aos filhos, em forma de influência de qualquer ordem.
Infelizmente muitas pessoas não possuem condições de ter filhos por não possuírem condições psíquicas, morais, espirituais e emocionais para educar filhos para serem pessoas de bem e equilibradas. Essa é a verdade.
***Sobre isso nos fala um estudioso do comportamento, Heinrich(enrish) karl Fierz:
" O envolvimento significativo dos pais é a fonte da atmosfera familiar, do clima emocional e intelectual da família. O que torna a família precisa é determinado pelo relacionamento dos pais e, em particular, pelo grau de honestidade e sinceridade que existe entre eles. Este clima precisa fornecer aos filhos, a força de enfrentar os perigos e as tentações da vida."
No caso se separação dos cônjuges, estes devem ter maturidade para entender que não estão se separando dos filhos, trabalhando para jamais passar para os filhos visão negativa do seu ex parceiro, entendendo que a imagem do pai e da mãe acompanharão a vida de seus filhos e serão primordiais para o desenvolvimento emocional positivo deles.
Então jamais o egoísmo, a vingança e a raiva que possam vir a sentir do ex cônjuge, poderá preponderar sobre o amor , levando os problemas íntimos dos cônjuges a se estender aos filhos influenciando-os negativamente e fazendo-os sofrer.
Na realidade o maior problema da vida é quando falta amor e fé.
Os pais deveriam antes de ter filhos, fazer um treinamento emocional e espiritual, pois quando uma pessoa resolve ter um filho, deve saber que será responsável pela formação da personalidade do mesmo.
O casal deve sempre cuidar para que o amor entre si permaneça, e principalmente a amizade, nunca devem substituir o amor de um pelo outro pelo amor dos filhos porque isso tornará a família disfuncional.
Filhos criados por pais que de amam, tem muito mais chances de serem saudáveis emocionalmente e felizes.
Porque o bom relacionamento entre os pais irão sempre influenciar os filhos em sua jornada na vida.
Sobre isso Joanna De Angelis nos fala em sua Obra " Constelação Familiar":
" As experiências que se vão acumulando nos relacionamentos domésticos serão, mais tarde, automaticamente transferidas para a convivência fora do lar, quando as lutas serão mais severas."
Então é importante que analisemos o tipo de convivência que estamos tendo dentro do lar.
Estamos trabalhando relacionamentos voltados para o bem em comum, para o engrandecimento de todos os membros da família? pelo respeito da individualidade do parceiro ou parceira, dos filhos? para o ideal de evolução e crescimento emocional espiritual de todos?
Estamos utilizando o diálogo para a resolução das diferenças?
Estamos procurando trabalhar os próprios conflitos, evitando assim jogar nossos problemas e pendências para a nossa família apenas por serem os mais próximos e susceptíveis às nossos recalques e mazelas?
***Um estudioso da área comportamental humana chamado James Hollis, em sua Obra "Projeto Eden" diz que:
" Pode-se discernir a tarefa psicológica mais importante do pai/mãe não é " facilitar" as coisas, mas preparar a passagem para a separação total, para aquele estado subsequente que chamamos de idade adulta...oferecer segurança e confiança e, ao mesmo tempo, aos poucos, abandonar: esse é o ponto crucial paradoxal da maternidade e da paternidade."
Então cabe aos pais analisarem se estão preparando seus filhos para o Mundo, se estão se preparando para agir adequadamente em relação à isso, sabendo que devem gerar e criar filhos não para si, mas para serem pessoas do Mundo e pessoas de bem.
É preciso desapegar-se do complexo do ninho vazio, na ocasião da partida dos filhos para viverem suas próprias vidas.
Porque muitas vezes, não é exatamente o amor que faz com que os pais sofram a partida dos filhos, mas o apego, a carência, ou ainda o orgulho de desejarem se realizar na pessoa do filho. No desejo de que esse ser, que nesta jornada da vida tem o papel de filho, lhe satisfaça as vontades e carências, e isso não é amor.
"Qual seria, para a sociedade, o resultado do relaxamento dos laços de família?
Resposta:
Uma recrudescência do egoísmo".
Joanna De Angelis em sua Obra "Constelação Familiar, Introd.", nos diz que:
"O Ser humano é estruturalmente constituído para viver em família, à fim de desenvolver os sublimes conteúdos psíquicos que lhe jazem adormecidos, aguardando os estímulos da convivência no lar, para libera-los e sublimar-se."
Quando falta a base, a estrutura familiar, as consequências são muito ruins não só para o indivíduo, mas para toda a sociedade.
Então nós precisamos da base famíliar para o próprio desenvolvimento psíquico.
Notamos a importância disso analisando a natureza, desde as plantas evoluindo aos animais, vemos que os animais se protegem uns aos outros, cuidando de suas crias, andando de bando.
No relacionamento familiar saudável é que o indivíduo cresce, evolue e se aprimora, através do desenvolvimento de valores, como o respeito e a empatia. Assim deveria ser sempre.
É claro que numa sociedade imperfeita existem muitas famílias disfuncionais devido aos conflitos íntimos que os pais carregam em si, transferindo seus dilemas aos filhos.
A falta de estrutura familiar gera os maiores problemas na sociedade, porque filhos criados por pais que não se respeitam, que brigam muito, tendem a crescer e se desenvolver como pessoas conflitadas, desequilibradas, que também tenderão a desenvolver relacionamentos difíceis, pois levarão seus conflitos para suas relações, num efeito dominó.
Então a responsabilidade dos cônjuges dentro da família, seja ela heteroafetiva ou homoafetiva, não importando essa diferença, é enorme e primordial para a sociedade.
A família precisa procurar desenvolver o Amor em sua base, a empatia, o respeito pela individualidade de cada membro, principalmente dos cônjuges.
Pois mesmo vivendo juntos, cada ser é diverso em suas particularidades, então é preciso em convivendo, respeitar o modo ser um do outro, deve haver a valorização do sentimento um do outro,
porque daí advirão o respeito, a harmonia e tudo de melhor.
A sociedade é resultado do conjunto das famílias humanas, então cada família reflete uma parte da sociedade.
Infelizmente, estamos vendo ocorrer muitas separações durante essa pandemia, porque na convivência mais frequente e intensa, os casais acabaram por não saber administrar essa convivência de uma forma amorosa e empática.
***Prossegue Joanna De Angelis Em " Constelação Familiar, introd.":
" Há, em todas as formas de vida, essa energia Divina que, no ser humano, apresenta-se em forma de consciência, de discernimento, de razão, de amor, de sabedoria. Na família, esse nobre sentimento encontra campo fértil para desenvolver-se, felicitando os seres frágeis que reiniciam a jornada, bem como aqueles que lhe constituem a segurança."
O grande erro das famílias, dos pais, é sempre priorizarem a orientação de seus filhos para alcançarem metas, sucesso profissional, no casamento, e em outros âmbitos que reflitam uma aparente vida de sucesso, esquecendo de ensinar seus filhos, que a principal meta da existência humana é o progresso emocional, psíquico e espiritual.
Não haveria mal nisso, em ensinar filhos a progredirem, desde que os pais se lembrassem de que a grande tarefa da família, é a conscientização da missão de vida de cada um de seus membros.
Os pais devem primeiramente conscientizar-se disto, para só assim , poder conscientizar seus filhos.
Porque os pais são o grande referencial para os filhos. Se as crianças não aprendem desde cedo a importância dos reais valores da vida, do Amor; da solidariedade, terão dificuldades no bom desenvolvimento de suas personalidades.
A criança que por exemplo, cresce no meio de violência, aprende que isso é natural, tendem a sem tornar violentas.
Joanna de Angelis diz na obra "Psiologia da gratidão,Cap. 3 , o seguinte:
" A família não é apenas o grupamento doméstico, mas a reunião de Espíritos reencarnamos com programa de evolução espiritual adrede estabelecido."
Ou seja, todos nós que reencarnamos aqui na Terra, vivemos com compromissos dentro da própria família, ninguém nasce por acaso em determinado núcleo familiar.
E precisamos entender que diante dos desafios e das diferenças que temos, é que devemos nos aprimorar.
O problema é que ao reencarnar, esquecemos nosso compromissos para nos ligar muito mais ao lado material, à esse outros compromissos ligados à profissão, etc., deixando de lado, nos mais das vezes, o que mais importa que é nosso desenvolvimento emocional e moral.
A falta de estrutura familiar gera os maiores problemas na sociedade, porque filhos criados por pais que não se respeitam, que brigam muito, tendem a crescer e se desenvolver como pessoas conflitadas, desequilibradas, que também tenderão a desenvolver relacionamentos difíceis, pois levarão seus conflitos para suas relações, num efeito dominó.
Então a responsabilidade dos cônjuges dentro da família, seja ela heteroafetiva ou homoafetiva, não importando essa diferença, é enorme e primordial para a sociedade.
A família precisa procurar desenvolver o Amor em sua base, a empatia, o respeito pela individualidade de cada membro, principalmente dos cônjuges.
Pois mesmo vivendo juntos, cada ser é diverso em suas particularidades, então é preciso em convivendo, respeitar o modo ser um do outro, deve haver a valorização do sentimento um do outro,
porque daí advirão o respeito, a harmonia e tudo de melhor.
A sociedade é resultado do conjunto das famílias humanas, então cada família reflete uma parte da sociedade.
Infelizmente, estamos vendo ocorrer muitas separações durante essa pandemia, porque na convivência mais frequente e intensa, os casais acabaram por não saber administrar essa convivência de uma forma amorosa e empática.
***Prossegue Joanna De Angelis Em " Constelação Familiar, introd.":
" Há, em todas as formas de vida, essa energia Divina que, no ser humano, apresenta-se em forma de consciência, de discernimento, de razão, de amor, de sabedoria. Na família, esse nobre sentimento encontra campo fértil para desenvolver-se, felicitando os seres frágeis que reiniciam a jornada, bem como aqueles que lhe constituem a segurança."
O grande erro das famílias, dos pais, é sempre priorizarem a orientação de seus filhos para alcançarem metas, sucesso profissional, no casamento, e em outros âmbitos que reflitam uma aparente vida de sucesso, esquecendo de ensinar seus filhos, que a principal meta da existência humana é o progresso emocional, psíquico e espiritual.
Não haveria mal nisso, em ensinar filhos a progredirem, desde que os pais se lembrassem de que a grande tarefa da família, é a conscientização da missão de vida de cada um de seus membros.
Os pais devem primeiramente conscientizar-se disto, para só assim , poder conscientizar seus filhos.
Porque os pais são o grande referencial para os filhos. Se as crianças não aprendem desde cedo a importância dos reais valores da vida, do Amor; da solidariedade, terão dificuldades no bom desenvolvimento de suas personalidades.
A criança que por exemplo, cresce no meio de violência, aprende que isso é natural, tendem a sem tornar violentas.
Joanna de Angelis diz na obra "Psiologia da gratidão,Cap. 3 , o seguinte:
" A família não é apenas o grupamento doméstico, mas a reunião de Espíritos reencarnamos com programa de evolução espiritual adrede estabelecido."
Ou seja, todos nós que reencarnamos aqui na Terra, vivemos com compromissos dentro da própria família, ninguém nasce por acaso em determinado núcleo familiar.
E precisamos entender que diante dos desafios e das diferenças que temos, é que devemos nos aprimorar.
O problema é que ao reencarnar, esquecemos nosso compromissos para nos ligar muito mais ao lado material, à esse outros compromissos ligados à profissão, etc., deixando de lado, nos mais das vezes, o que mais importa que é nosso desenvolvimento emocional e moral.
Sobre isso nos fala Joanna De Angelis na Obra Psicologia da Gratidão, Cap. 3:
" Perante a condição imposta pelas leis da vida, quase sempre não se possui a família que muito se gostaria de estar nela incluído, aquela constituída por pessoas afáveis e generosas, mas o renascimento dá-se ao lado dos Espíritos que se necessitam uns aos outros para o mister da evolução."
Olha, nós reencarnamos na família que precisamos para nossa evolução.
No mais das vezes, as dificuldades e inimizades dentro de uma família foram causadas em existências passadas e precisam ser corrigidas.
É preciso olhar nossa família com esse olhar mais profundo, para então entendermos que não estamos com determinadas pessoas por acaso.
Dessa forma torna-se mais fácil compreender, que as diferenças e dificuldades que essas relações apresentam, ocorrem para serem superadas em favor da evolução de cada membro da família.
É claro que muitas vezes uma educação problemática, que teve por base a violência, abusos e desrespeito, gera pessoas adultas doentes psíquica e emocionalmente, necessitando de tratamentos e terapias muitas vezes de grande curso para tentar sanar os desequilíbrios.
Mas ainda assim, devemos ser gratos pela nossa família , ainda que tenhamos algumas diferenças e dificuldades, porque é nossa chance de retificação de erros passados.
Porque de toda forma, Todos temos necessidade da vinculação familiar, dessa segurança que a base familiar nos traz.
Temos todos essa necessidade de pertencimento.
É na família que todo Ser aprende as primeiras noções sobre o dar e receber.
É na família que o Ser aprende a sair do egocentrismo para aprender a dar, a compreender e a amar.
Se a sociedade hoje está doente por falta de valores justos e nobres, isso é resultado de familias que ainda não souberam desenvolver valores nobres e justos em sua base.
O conflito na fase adulta é no mais das vezes, resultado de uma educação ruim.
Se aos pais Deus concede a responsabilidade sobre os seus filhos, é para que cumpram a sua missão, que é a de transformá-los em indivíduos de bem e saudáveis psíquica e emocionalmente.
Joanna de Angelis nos fala em "O Despertar do Espírito, Cap. 7":
"A família é o laboratório de vivências das mais expressivas de que necessita o Ser Humano, no seu processo de evolução, porquanto, no mesmo clã, os indivíduos são conhecidos, não podendo disfarçar os valores que os tipificam."
Ninguém consegue manter a máscara o tempo todo dentro do lar.
Isso é importante para o conhecimento da própria sombra, uma vez que somos seres em construção. Pode parecer estranho, mas
É no choque entre seres em desenvolvimento que acontecem os conflitos que surgem para que cada pessoa consiga superar seus defeitos morais e se melhorarem.
Então é na família que se inicia o processo de construção da personalidade. Por isso mesmo, os pais devem observar as más tendências dos filhos para iniciar na educação o combate desde cedo.
Então é na família que se inicia o processo de construção da personalidade. Por isso mesmo, os pais devem observar as más tendências dos filhos para iniciar na educação o combate desde cedo.
Porque os pais influenciarão os filhos pelos exemplos muito mais do que pela fala.
Se os pais não cuidam de terem equilíbrio emocional, moral e ética, jamais irão conseguir educar bem de seus filhos.
A neurose dos pais são projetadas para seus filhos impreterivelmente.
Sobre isso Carl Jung fala em " O desenvolvimento da Personalidade, p.38":
"...a responsabilidade dos pais se estende até onde eles têm o poder de ordenar a própria vida, de tal maneira que ela não represente nenhum dano para os filhos...Por isso deverão os pais estar sempre conscientes de que eles próprios, em determinados casos, constituem a fonte primária e principal para as neuroses de seus filhos."
Filhos criados em ambiente conflituoso e violento serão adultos conflituados e violentos , muito provavelmente.
Então somos responsáveis por tudo aquilo que causamos não só para nossa vida, como por tudo aquilo que transmitimos à todas as pessoas, principalmente aos filhos, em forma de influência de qualquer ordem.
Infelizmente muitas pessoas não possuem condições de ter filhos por não possuírem condições psíquicas, morais, espirituais e emocionais para educar filhos para serem pessoas de bem e equilibradas. Essa é a verdade.
***Sobre isso nos fala um estudioso do comportamento, Heinrich(enrish) karl Fierz:
" O envolvimento significativo dos pais é a fonte da atmosfera familiar, do clima emocional e intelectual da família. O que torna a família precisa é determinado pelo relacionamento dos pais e, em particular, pelo grau de honestidade e sinceridade que existe entre eles. Este clima precisa fornecer aos filhos, a força de enfrentar os perigos e as tentações da vida."
No caso se separação dos cônjuges, estes devem ter maturidade para entender que não estão se separando dos filhos, trabalhando para jamais passar para os filhos visão negativa do seu ex parceiro, entendendo que a imagem do pai e da mãe acompanharão a vida de seus filhos e serão primordiais para o desenvolvimento emocional positivo deles.
Então jamais o egoísmo, a vingança e a raiva que possam vir a sentir do ex cônjuge, poderá preponderar sobre o amor , levando os problemas íntimos dos cônjuges a se estender aos filhos influenciando-os negativamente e fazendo-os sofrer.
Na realidade o maior problema da vida é quando falta amor e fé.
Os pais deveriam antes de ter filhos, fazer um treinamento emocional e espiritual, pois quando uma pessoa resolve ter um filho, deve saber que será responsável pela formação da personalidade do mesmo.
O casal deve sempre cuidar para que o amor entre si permaneça, e principalmente a amizade, nunca devem substituir o amor de um pelo outro pelo amor dos filhos porque isso tornará a família disfuncional.
Filhos criados por pais que de amam, tem muito mais chances de serem saudáveis emocionalmente e felizes.
Porque o bom relacionamento entre os pais irão sempre influenciar os filhos em sua jornada na vida.
Sobre isso Joanna De Angelis nos fala em sua Obra " Constelação Familiar":
" As experiências que se vão acumulando nos relacionamentos domésticos serão, mais tarde, automaticamente transferidas para a convivência fora do lar, quando as lutas serão mais severas."
Então é importante que analisemos o tipo de convivência que estamos tendo dentro do lar.
Estamos trabalhando relacionamentos voltados para o bem em comum, para o engrandecimento de todos os membros da família? pelo respeito da individualidade do parceiro ou parceira, dos filhos? para o ideal de evolução e crescimento emocional espiritual de todos?
Estamos utilizando o diálogo para a resolução das diferenças?
Estamos procurando trabalhar os próprios conflitos, evitando assim jogar nossos problemas e pendências para a nossa família apenas por serem os mais próximos e susceptíveis às nossos recalques e mazelas?
***Um estudioso da área comportamental humana chamado James Hollis, em sua Obra "Projeto Eden" diz que:
" Pode-se discernir a tarefa psicológica mais importante do pai/mãe não é " facilitar" as coisas, mas preparar a passagem para a separação total, para aquele estado subsequente que chamamos de idade adulta...oferecer segurança e confiança e, ao mesmo tempo, aos poucos, abandonar: esse é o ponto crucial paradoxal da maternidade e da paternidade."
Então cabe aos pais analisarem se estão preparando seus filhos para o Mundo, se estão se preparando para agir adequadamente em relação à isso, sabendo que devem gerar e criar filhos não para si, mas para serem pessoas do Mundo e pessoas de bem.
É preciso desapegar-se do complexo do ninho vazio, na ocasião da partida dos filhos para viverem suas próprias vidas.
Porque muitas vezes, não é exatamente o amor que faz com que os pais sofram a partida dos filhos, mas o apego, a carência, ou ainda o orgulho de desejarem se realizar na pessoa do filho. No desejo de que esse ser, que nesta jornada da vida tem o papel de filho, lhe satisfaça as vontades e carências, e isso não é amor.
***
Amor consiste em desejar o progresso e felicidade do outro.
Por isso que o casal deve sempre cuidar de manter um bom relacionamento, porque no momento da partida dos filhos, os cônjuges têm meios para sustentar a relação de maneira completa, saudável.
O Orgulho de família faz com que pais se dediquem erroneamente, exclusivamente aos filhos, sem preocupar -se muitas vezes um com o outro, e muito menos com os outros seres humanos, seus semelhantes , que ficam sempre em segundo ou terceiro ou sabe-se lá que plano de vida.
Nossa missão na Terra não é de construir coisas materiais inclusive para deixar herança para filhos, nossa missão é alcançar a plenitude, através do Amor a todas as criaturas, da construção de uma sociedade baseada em valores nobres, reais, eternos.
Estamos no Mundo para ampliar a capacidade amorosa, afetiva, para além da família consanguinea.
A exemplo disso, na passagem evangélica em que os parentes de Jesus chegaram para se apoderarem dele, Ele respondeu: " Quem é minha mãe, é quem são meus irmãos?"
Jesus nessa passagem jamais quis demonstrar indiferença à sua mãe e seus irmãos, sua conduta na vida provou bem ao contrário disso.
Mas Jesus aproveitava sempre as situações da vida para dar lições, e mais uma vez quis ensinar sobre a família consanguinea e a família espiritual em dizendo, olhando para todos ao seu redor:
"...Eis, minha mãe e meus irmãos; porque quem faz a vontade de Deus, este é meu irmão, minha irmã e minha mãe...".
Ocorre que os irmãos de Jesus não partilhavam de suas ideias e não haviam absorvido seus ensinamentos, eram indiferentes. São João disse que os irmãos de Jesus não acreditam nele. (São João, 7:5).
Em relação à sua mãe, Jesus jamais foi indiferente à ela, apenas à sua chegada, generalizou o ensino.
Então aproveitado a oportunidade de ensinar, Jesus aproveitou a chegada de sua família consanguinea para ensinar a diferença entre parentesco corporal e parentesco espiritual.
Diz ainda no Evangelho Segundo o Espiritismo, que os laços de sangue não estabelecem necessariamente, os laços entre os espíritos, em dizendo que o corpo procede do corpo, mas o espírito não procede do Espírito.
Alguns espiritos encarnados na mesma família podem ser simpáticos entre si, unidos por relacionamentos anteriores, mas ocorre com frequência, de pessoas terem parentesco consanguineo e não terem qualquer laço espiritual, serem estranhos uns aos outros, ou ainda divididos inclusive por antipatias de vidas passadas, vemos muito isso.
Amor consiste em desejar o progresso e felicidade do outro.
Por isso que o casal deve sempre cuidar de manter um bom relacionamento, porque no momento da partida dos filhos, os cônjuges têm meios para sustentar a relação de maneira completa, saudável.
O Orgulho de família faz com que pais se dediquem erroneamente, exclusivamente aos filhos, sem preocupar -se muitas vezes um com o outro, e muito menos com os outros seres humanos, seus semelhantes , que ficam sempre em segundo ou terceiro ou sabe-se lá que plano de vida.
Nossa missão na Terra não é de construir coisas materiais inclusive para deixar herança para filhos, nossa missão é alcançar a plenitude, através do Amor a todas as criaturas, da construção de uma sociedade baseada em valores nobres, reais, eternos.
Estamos no Mundo para ampliar a capacidade amorosa, afetiva, para além da família consanguinea.
A exemplo disso, na passagem evangélica em que os parentes de Jesus chegaram para se apoderarem dele, Ele respondeu: " Quem é minha mãe, é quem são meus irmãos?"
Jesus nessa passagem jamais quis demonstrar indiferença à sua mãe e seus irmãos, sua conduta na vida provou bem ao contrário disso.
Mas Jesus aproveitava sempre as situações da vida para dar lições, e mais uma vez quis ensinar sobre a família consanguinea e a família espiritual em dizendo, olhando para todos ao seu redor:
"...Eis, minha mãe e meus irmãos; porque quem faz a vontade de Deus, este é meu irmão, minha irmã e minha mãe...".
Ocorre que os irmãos de Jesus não partilhavam de suas ideias e não haviam absorvido seus ensinamentos, eram indiferentes. São João disse que os irmãos de Jesus não acreditam nele. (São João, 7:5).
Em relação à sua mãe, Jesus jamais foi indiferente à ela, apenas à sua chegada, generalizou o ensino.
Então aproveitado a oportunidade de ensinar, Jesus aproveitou a chegada de sua família consanguinea para ensinar a diferença entre parentesco corporal e parentesco espiritual.
Diz ainda no Evangelho Segundo o Espiritismo, que os laços de sangue não estabelecem necessariamente, os laços entre os espíritos, em dizendo que o corpo procede do corpo, mas o espírito não procede do Espírito.
Alguns espiritos encarnados na mesma família podem ser simpáticos entre si, unidos por relacionamentos anteriores, mas ocorre com frequência, de pessoas terem parentesco consanguineo e não terem qualquer laço espiritual, serem estranhos uns aos outros, ou ainda divididos inclusive por antipatias de vidas passadas, vemos muito isso.
Encerrando a reflexão,
Os verdadeiros laços de família não são os consanguineos, mas os da simpatia e da comunhão de pensamentos que unem os espíritos antes, durante e depois da vida na Terra.
Ocorre com frequência de pessoas que não são parentes consanguineos se darem bem, se buscarem muito mais do que se fossem irmãos.
Na família consanguinea esta nossa base psíquica, estão nossos afetos mas também nossos compromissos, e principalmente a grande oportunidade do aprendizado do Amor.
Devemos, portanto, cuidar inicialmente de nós próprios, do auto desenvolvimento moral, emocional e psíquico, para assim podermos cuidar dos filhos, preparando-os para serem pessoas de bem, e partir para o desenvolvimento do Amor Universal que é a meta existencial humana.
Os verdadeiros laços de família não são os consanguineos, mas os da simpatia e da comunhão de pensamentos que unem os espíritos antes, durante e depois da vida na Terra.
Ocorre com frequência de pessoas que não são parentes consanguineos se darem bem, se buscarem muito mais do que se fossem irmãos.
Na família consanguinea esta nossa base psíquica, estão nossos afetos mas também nossos compromissos, e principalmente a grande oportunidade do aprendizado do Amor.
Devemos, portanto, cuidar inicialmente de nós próprios, do auto desenvolvimento moral, emocional e psíquico, para assim podermos cuidar dos filhos, preparando-os para serem pessoas de bem, e partir para o desenvolvimento do Amor Universal que é a meta existencial humana.
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